< class="pagetitle">Arquivo da Categoria “Histórias”

Oh, céus

“É nas horas mais difíceis que a gente percebe a importância do chocolate.”

Mas não é que é a pura verdade?

Às vezes você come um chocolate e aquele gosto residual (aprendi essa expressão ontem!) fica na sua boca falando, tipo assim, come maiis, come maais (que nem ‘Alice no País das Maravilhas’ coma-me, coma-me!)

Na gastronomia, cada sutileza importa.

Mas ainda assim, preferia que os gostos residuais non existissem! Principalmente os de relacionamentos passados, que sempre deixam um gosto ruim no final que poderia ser então comparado com aquele gosto de parafina do chocolate que seu amigo te deu de páscoa ano passado.

Acho que essa relação da humanidade com o chocolate, a cafeína e o resto das ‘drogas viciantes que só engordam’ só tende a crescer! Todo mundo vive estressado, sem tempo. É muito mais fácil tomar um litro de café do que dormir umas 4 horas, concordam?

Beijão

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Noossa!

Cada história escabrosa que se conta por aí!

Deixa eu contar uma:

Desde sempre, a rua 25 e as suas imediações são controladas pelos chamados “donos do ponto”. Eles são os caras que têm por propriedade os pontos de estacionamento do lugar mais movimentado do Brasil.

Dá pra ver que esses “donos do ponto” são ricos pra caramba, mas moral não têm nenhuma.

Os interessados no ponto, os flanelinhas, ou então flanelões como eu gosto de chamá-los, pagam uma porcentagem mensal absurdamente alta para os donos! Uma coisa do tipo 90% ou algo parecido.

As histórias dos flanelinhas são as mais diversas. Alguns vieram de famílias ricas e até fizeram faculdade, o caso da moça que fica na Ragueb Chofi, outros do litoral com histórico de estupro e assassinato.

Mas é tudo gente boníssima. (Pelo menos quando é de dia e quando a pessoa não deve nada pra eles).

Bejo por um quejo da jornalista (uui)

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“Vai, maldito, vai, víboro sangrento,
Homem (moleque) impuro, e ávido de infâmias!
O mundo é amplo: arroja-te em seu gúrgite.
Mereces bem seu lodo.
(…)
Vai, desgraçado, vai. Riso da plebe,
Indigno até de maldições severas,
Hei de ver-te amanhã pedindo um óbolo,
Errando pelas praças.

E adornado de fétidos andrajos,
A mão leprosa estenderás, ao ver-me,
E a boca túmida abrirás mendiga,
Pedindo-me uma esmola.

E eu com o nobre olhar que já receias,
Hei de talvez passar serena e alegre,
Ou, tremendo tocar-te as mãos imundas,
Jogar-te algum dinheiro.

Tal é minha vingança. A ouvir-me agora,
Um riso, um riso estólido desprendes.
Ah! tu não crês ainda na justiça
Do Deus que nos escuta!

Ri-te outra vez de minhas frases duras!
Sim: tens razão, incrédulo. — Mas corre,
Corre depressa, — que amanhã teu riso
Já não será tão grande.

Vai, maldito, vai, víboro sangrento,
Homem impuro, e ávido de infâmias!
O mundo é amplo, arroja-te em seu gúrgite,
Mereces bem seu lodo.”

Junqueira Freire

Que ótemo. desabafeiii…

Valeu, gentee!

Bejo da Lí
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Credo-em-cruiz-av-maria!

Isso aqui tá mais parado do que morto congelado (uhu)!

Eu estou parecendo mais um pai bastardo um pai trabalhador que abandona o filho… rs

E olha que o filho ainda não tem nem dois meses!

Isso é um ultraje!

Tá certo.

Eu evitei ao máximo fazer aquela promessa que todos os santos blogueiros fazem no 1º post, mas não tem jeito. Ah, vocês não sabem como isso me desagrada mas aí vai:

Nós, Lígia Pucci, Thálita Livi e Brunão Briante vamos postar sempre! Nem que seja só pra dar uma desculpa qualquer.

Desconversaaaaaando…

Puxa!

São Paulo tá com uma chuva desgramada!

Bom pra quem gosta de rafting.

XD

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rs

A cena a seguir é tããão parecida com uma coisa que aconteceu nesse fim-de-semana, que eu nem te conto…

[youtube]http://br.youtube.com/watch?v=_WjFVa8SgoU[/youtube]

E assim se procedeu.

Minha mana pequena pulando de “ponta” na piscina.

Boom,

O post tá sendo feito na aula de informática, por isso a falta de acentos e o desleixo.

Daqui a pouco a gente chega em casa e posta algo descente.

Bejo da Lí
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29 de janeiro de 2008. Aniversário da minha mãe. Grande expectativa no ar. Cheiro de bolo e comida o dia todo em casa.

imagina um bolo desse 6 vezes diminuído e duuro. Pois é. Foi esse o bolo que eu fiz.

Ingredientes? Faltavam.

Criatividade? Sobrava.
Na hora de sair do forno, uma beleza. Bolo macio, fofinho! Até me surpreendi. Mas naquelas seis derradeiras horas tudo mudou.

19:00, hora tão esperada para cortar o bendito do bolo.

Quando vi, o bolo ja não era mais bolo, era torta. Uma torta de pedra, por sinal.

Pensa-se que as aparências enganam, e que o gosto de uma coisa com cara ruim pode ser bom, mas no caso do meu querido bolo… não deu certo.

A aniversariante pegou o primeiro pedaço e então a surpresa: a colher de sobremesa ficou presa no bolo, (o que me lembrou muito a cena de “A Espada Era A Lei” em que os fortões ficam tentando tirar a espada da pedra) todos pasmos, aproveitaram para comer apenas a calda (que, diga-se de passagem, era a única coisa que tinha dado certo no dia).

A minha receita para todos os aspirantes a mestre-cuca?

Nunca, eu repito,NUNCA testem receitas novas em ocasiões especiais.

Pois é!

Pra cozinhar tem que ter mão… minha mãe sempre disse isso. rs

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